Fisioterapia para Ombro Congelado: Recuperando a Mobilidade e Aliviando a Dor
- CorpoAtivoSaúde

- 5 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
O ombro congelado, também conhecido como capsulite adesiva, é uma condição que provoca dor intensa e perda progressiva dos movimentos da articulação do ombro.
Comum principalmente em mulheres entre 40 e 60 anos, essa disfunção pode surgir de forma espontânea ou após traumas, cirurgias ou imobilizações prolongadas.

O que é a capsulite adesiva (ombro congelado)?
A capsulite adesiva ocorre quando a cápsula articular do ombro — uma estrutura que envolve a articulação — se torna inflamada, espessada e rígida, formando aderências que limitam a movimentação. O quadro evolui geralmente em três fases:
1. Fase dolorosa: dor constante e progressiva, principalmente à noite;
2. Fase de congelamento: redução significativa da mobilidade do ombro;
3. Fase de descongelamento: lenta recuperação dos movimentos e redução da dor.
Esse processo pode durar meses ou até anos, impactando diretamente a qualidade de vida e a realização de atividades do dia a dia.
Como a fisioterapia pode ajudar?
A fisioterapia é fundamental no tratamento do ombro congelado. O objetivo principal é reduzir a dor, restaurar a amplitude de movimento e melhorar a função do ombro. O plano terapêutico é individualizado, respeitando a fase da condição e a tolerância do paciente.
Entre os recursos mais utilizados estão:
· Mobilizações articulares suaves: promovem o alongamento gradual da cápsula articular;
· Exercícios terapêuticos: ajudam a recuperar a amplitude de movimento e fortalecer a musculatura;
· Técnicas de terapia manual: auxiliam na liberação das estruturas rígidas e na redução das aderências;
· Eletrotermoterapia: uso de calor, ultrassom ou TENS para aliviar a dor e facilitar os movimentos;
· Alongamentos específicos: para manter e aumentar a flexibilidade.
O sucesso do tratamento depende do comprometimento do paciente com os exercícios e da constância nas sessões.
Prevenção e cuidados complementares
Embora nem sempre seja possível prevenir a capsulite adesiva, manter a articulação do ombro ativa, especialmente após cirurgias ou imobilizações, pode ajudar a reduzir os riscos. A prática de atividades físicas regulares e acompanhamento fisioterapêutico em casos de dor persistente também são medidas preventivas importantes.
Conclusão
O ombro congelado pode ser uma condição dolorosa e limitante, mas com o acompanhamento fisioterapêutico adequado, é possível recuperar a mobilidade e retomar as atividades do cotidiano. A intervenção precoce e um plano de tratamento bem estruturado fazem toda a diferença no processo de reabilitação. Agende uma avaliação conosco!






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